O que Mary Baker Eddy pensava quanto às questões climáticas
Foto, tirada no inverno, a partir da casa de Mary Baker Eddy em Concord, New Hampshire, s.d. P06550.
Esta dissertação foi apresentada em 20 de agosto de 2024, no 21º Congresso Anual da Associação Europeia para o Estudo das Religiões (EASR), em Gothenburg, na Suécia. O tema do congresso foi “Natureza, ecologia e respostas que a religião pode dar a questões de mudança climática”.
Estou muito feliz por estar aqui hoje! O título desta dissertação é “O que Mary Baker Eddy pensava quanto às questões meteorológicas e climáticas”.
Para aqueles que talvez não saibam, Mary Baker Eddy fundou a igreja de Cristo, Cientista, no final do século XIX (a qual, a propósito, não tem nenhuma relação com a Igreja da Cientologia). Em breve, falarei mais sobre a vida da Sra. Eddy.
Há três pontos principais que eu gostaria de abordar com vocês hoje:
- Mary Baker Eddy acreditava que há uma conexão entre o raciocínio metafísico e a melhoria do mundo físico.
- Ela acreditava que a oração poderia ser posta em prática com resultados científicos.
- A partir de uma perspectiva espiritual, ela percebeu o papel da atitude individual e coletiva no confronto com as ameaças ao meio ambiente.
Para começar: o estudo de um caso
Em um dia gélido de janeiro, no final da década de 1890, um fazendeiro no estado de New Hampshire, Estados Unidos, estava em uma situação desesperadora. Em meio ao frio intenso, seu poço havia secado. Suas vacas estavam deixando de produzir leite, e ele estava tendo dificuldade para derreter gelo e neve suficientes para lhes fornecer água potável e mantê-las vivas.
Mary Baker Eddy, a Fundadora da Ciência Cristã, veio a saber disso. Aquele homem era um vizinho que vendia leite para a casa da Sra. Eddy, e ela certamente queria ajudá-lo. Mas a solução dela não tinha nada a ver com mudança climática nem com derreter gelo. Reagindo às circunstâncias difíceis daquele fazendeiro, ela simplesmente observou, com um sorriso: “Oh! Se ele apenas soubesse… O Amor enche aquele poço”.1
Ao usar o termo Amor, a Sra. Eddy — já naquela época uma mulher consideravelmente conhecida como líder religiosa em todo o país — não estava se referindo ao mero sentimento. Nem estava tratando uma situação angustiosa como se fosse algo trivial. Em vez disso, por trás de sua concepção do termo Amor estava uma vida inteira dedicada à oração e ao estudo da Bíblia. Para ela, o Amor é um sinônimo de Deus.2
Clara Shannon, a mulher que havia alertado a Sra. Eddy sobre a situação do fazendeiro, relatou várias ocasiões em que ela havia visto a Sra. Eddy orar a respeito do meio ambiente, com resultados visivelmente benéficos. Em uma reminiscência publicada em 1927, ela descreveu o que veio a acontecer com aquele fazendeiro:
Na manhã seguinte, quando o fazendeiro trouxe o leite, ele estava muito feliz… Naquela manhã bem cedo, ele havia saído para cuidar do gado e, mesmo o dia estando muito frio, com todo aquele gelo e neve por toda parte, viu que o poço estava cheio de água. Ele disse que deveriam ter sido as orações da Sra. Eddy que haviam produzido aquele resultado. Ela devia ter algo a ver com aquilo, pois fora um milagre. Ele tinha grande reverência pela Sra. Eddy, embora não fosse Cientista [Cristão].3
A Sra. Eddy estava convencida de que nenhuma circunstância física adversa poderia estar fora do alcance de uma solução metafísica. Embora a Ciência Cristã seja conhecida principalmente por afirmar que cura doenças, a Sra. Eddy percebeu que praticá-la atendia a todas as necessidades da humanidade, tanto agudas como crônicas. Acima de tudo, ela acreditava que soluções confiáveis para os problemas do mundo encontram-se no âmbito metafísico. Em outras palavras, ela achava que a percepção da verdade espiritual, “…determina aquilo que é visível e é real”.4
Explicando de outra maneira, naquele dia, em New Hampshire, o fazendeiro e a ajudante da Sra. Eddy, Clara Shannon, acreditaram que o fato de a Sra. Eddy reconhecer Deus como Amor onipresente constituía um exemplo do tipo de oração que a Sra. Eddy tinha a expectativa de que produzisse, de maneira fiável, um efeito harmonizador, proporcional à necessidade imediata.
Biografia e histórico
Nascida na Nova Inglaterra em 1821, a Sra. Eddy cresceu em uma devota família cristã, que frequentava a igreja Congregacional, pela qual a Bíblia ocupava um lugar central no dia a dia. Uma saúde cronicamente debilitada, viuvez e pobreza por fim a levaram a uma situação desesperadora. No dia 1º de fevereiro de 1866, aos 44 anos, ela sofreu lesões internas graves após cair no gelo, e acreditava-se que estivesse à beira da morte. Foi então que décadas de busca por soluções, tanto médicas quanto espirituais, culminaram na repentina recuperação de seu estado, o que pareceu milagroso para as pessoas ao seu redor. Isso aconteceu quando ela recorreu à Bíblia e leu uma das curas realizadas por Jesus.5
Nos três anos seguintes, ela estudou as Escrituras e procurou compreender melhor e exprimir o que a havia curado. Veio a identificar as leis divinas que fundamentavam as curas realizadas por Jesus e seus seguidores, e às vezes se referiu a elas como “científicas”, no sentido de que, quando ela as aplicava de modo coerente, os resultados eram previsíveis. Também tinha confiança em que podia ensinar seu método aos outros e eles poderiam curar do mesmo modo.6
Em 1875, ela publicou um livro-texto para explicar a Ciência Cristã — Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras — e dedicou as três décadas seguintes a estabelecer uma igreja, que gradativamente se expandiu pelo mundo. Quando faleceu, em 1910, ela era uma das mulheres mais conhecidas nos EUA.
Um parâmetro
Acima de tudo, a Sra. Eddy esperava que os estudantes da Ciência Cristã fossem, no sentido mais amplo deste termo, sanadores dedicados e comprometidos. Para ela, isso envolvia cuidar de todo o planeta e beneficiá-lo.7 De acordo com Stephen Gottschalk, historiador da religião nos Estados Unidos, “o propósito da igreja que a Sra. Eddy e seus alunos fundaram, em 1879, foi o de restaurar, no Cristianismo da atualidade, ‘o maravilhoso poder de cura que o bem tem’ ”. Ele continuou, fornecendo este contexto:
Reavivar o ardor e a força do Cristianismo dos primeiros tempos também era a motivação de outras denominações religiosas americanas — o modo como muitos grupos protestantes definiam o propósito que os animava. Para os fundadores dos Discípulos de Cristo, isso significava restaurar os padrões de adoração praticados nos primórdios da igreja. Para os Batistas, significava retornar à autoridade incontestável da Bíblia e ao batismo dos seguidores. Para os Metodistas, significava uma nova ênfase no papel do amor na vida cristã, a recuperação do “poder vivificante da renovação” do Cristianismo apostólico. Para os Pentecostais, no começo do século XX, isso significava o novo derramar do Espírito Santo, inclusive o dom de falar em diferentes línguas, que marcara o Dia de Pentecostes, e também o restabelecimento da cura apostólica.
“Contudo”, concluiu Gottschalk, “nenhuma dessas denominações considerava as obras de cura da igreja dos primeiros tempos como um parâmetro indicando o que precisava ser restaurado dos primórdios do Cristianismo”.8
Relevância atual
Então — o que a Sra. Eddy poderia ter dito, em termos de cura, quanto ao atual medo de uma crise climática? Como seus ensinamentos poderiam enfrentar, de modo prático, os efeitos preocupantes do aumento da temperatura nos oceanos e do nível do mar? O derretimento das calotas polares? A maior frequência de ondas de calor, inundações e furacões? Como os Cientistas Cristãos acreditam que sua religião fornece uma resposta válida às complexas questões atmosféricas e geopolíticas da atualidade?
As convicções da Sra. Eddy a respeito de Deus, da oração, do tempo e do clima surgiram do modo como ela praticava o Cristianismo. Como estudante da Bíblia, ela havia lido nas Escrituras hebraicas os relatos dos apelos a Deus por parte dos profetas, em tempos de fome. Ela conhecia bem os relatos do Antigo Testamento, nos quais Moisés encontrou água para sustentar a vida no deserto e Elias orou com êxito por chuva, durante a seca.9 E ela se referiu repetidamente a Cristo acalmando uma tempestade no Mar da Galileia.10 Ao contrário de outras pessoas, porém, a Sra. Eddy passou a acreditar que esses incidentes não foram nem milagrosos nem estão confinados ao passado. Ao contrário, ela os classificou como exemplos de uma lei divina em ação na terra, anulando as leis da natureza e da física.
Certa vez, ela foi citada como dizendo que: “O clima expressa o conceito que temos dele e pode ser enfrentado como qualquer outra alegação, desde que não o considereis algo separado de vós, controlado por algum outro poder ou almanaque. Deus governa tudo. Foi assim que Jesus acalmou a tempestade”.11 Para a Sra. Eddy, cada melhoria fidedigna na condição humana, por maior ou menor que fosse, precisava começar com uma transformação do pensamento, de percepção, de perspectiva, e tem de ser impelida por uma força que vai além da mera inteligência humana. Ela valorizava muito a boa cultura e dava grande importância ao raciocínio lógico, referindo-se certa vez à razão como “…a mais ativa das faculdades humanas”.12 Mas ela subordinou a inteligência humana a uma claridade de pensamento independente do cérebro — subordinou-a à expressão espiritual direta, por parte de cada indivíduo, daquilo que ela chamava de “a Mente divina”, outro nome para se referir a Deus.13 Isso está fundamentado em sua interpretação de que somos filhos de Deus, criados à imagem de Deus, como observado em Gênesis 1.14
Muitas pessoas e religiões reconhecem que a inspiração pode ser útil na superação de adversidades e, até mesmo, na transformação das coisas para melhor. Entretanto, a Sra. Eddy foi mais além. Ela viu a conexão direta entre o pensamento e a experiência, que, em última análise, passo a passo se revelaria livre das limitações apresentadas por forças físicas ameaçadoras. E, com base na afirmação bíblica de que “…para Deus tudo é possível”15, ela estava convencida de que esse fato podia ser comprovado.
Irving C. Tomlinson foi anteriormente pastor da Igreja Universal. Ele estudou a Ciência Cristã com a Sra. Eddy e trabalhou em sua equipe por vários anos. Contou desta maneira como ela encarava o clima:
A Sra. Eddy nos ensinou que as condições climáticas não estão fora do controle de Deus e que podem ser corrigidas por meio da oração correta. Ela deixou claro que os Cientistas Cristãos não devem tentar controlar ou governar o clima. Precisamos saber que Deus controla o clima e que nenhuma outra influência pode interferir. Ela disse que temos de estar especialmente alertas para nos proteger de quaisquer efeitos desastrosos das tempestades.16
Embora a Sra. Eddy acreditasse que Deus governa o clima, ela nunca afirmou que Deus envia o mal ou a destruição. Mas será que ela tinha a expectativa de que, focando os pensamentos em Deus, as pessoas poderiam ajudar a amenizar os efeitos de algo tão monumental quanto o atual medo relacionado ao clima? Em termos simples, sim, e essa reorientação interna tem como objetivo gerar mudanças externas. Ela não apresentou a Ciência Cristã como algo destinado apenas ao conforto pessoal, nem como algo a ser praticado com motivos egoístas ou de exploração. No que diz respeito ao debate sobre o que motiva os humanistas e pós-humanistas a intervir nas mudanças climáticas,17 acho que ela teria enfatizado que era de grande importância a preocupação sincera com o bem comum, marcada pelo amor genuíno ao próximo e o profundo respeito pelo bem-estar da flora e da fauna em âmbito mundial e além. A Sra. Eddy ponderou muito sobre o planeta, e acreditava que nele havia lições importantes.
“A natureza proclama a lei espiritual natural e o Amor divino, mas a crença humana interpreta mal a natureza”, ela escreveu. “As regiões árticas, os trópicos ensolarados, as montanhas gigantescas, os ventos alados, os vagalhões poderosos, os vales verdejantes, as flores festivas e os céus gloriosos — todos indicam a Mente [outro nome para Deus], a inteligência espiritual que eles refletem. Os apóstolos florais são hieróglifos da Deidade. Os sóis e os planetas ensinam lições grandiosas. As estrelas embelezam a noite, e a pequena folha se volta naturalmente para a luz.”18
A natureza da criação
Esse apelo a que enxerguemos a terra de modo metafísico reconhece a natureza da criação de Deus da forma como era apresentada na Bíblia, segundo a Sra. Eddy entendia — uma busca das evidências de que, como lemos no Gênesis: “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom”.19
A Sra. Eddy não teria considerado a crise climática como um castigo de Deus pela exploração da natureza por parte da humanidade. A Ciência Cristã não inclui conceitos de aniquilação cataclísmica do mundo nem de Armagedom. A Sra. Eddy talvez encontre pontos em comum com perspectivas como as de teólogos construtivistas, como Catherine Keller, pois fez afirmações como esta em Ciência e Saúde: “Nenhum juízo final aguarda os mortais, pois o dia em que a sabedoria profere o julgamento vem a toda hora e continuamente, isto é, o julgamento pelo qual o homem mortal é despojado de todo o erro material. Quanto a erro espiritual, esse não existe”.20 Ela acreditava firmemente que um comportamento pecaminoso ou errôneo tem de ser denunciado, corrigido, redimido. Mas, em termos de escatologia, sua teologia não inclui uma deidade que castiga os seres humanos por comportamentos destrutivos ou pecaminosos.
A atmosfera do pensamento
A Sra. Eddy acreditava que todos — não apenas os Cientistas Cristãos — poderiam e têm de melhorar continuamente seu ambiente mental, e que isso levaria, por sua vez, à melhoria do ambiente físico. Ela colocava grande ênfase em vigiar a condição e a qualidade dos pensamentos e ações. Motivos maldosos, destrutivos ou perturbadores, ela afirmou, têm de ser redimidos por meio de uma compreensão mais clara a respeito da verdade divina. Dessa forma, ela via cada indivíduo como privilegiado por desempenhar um papel importante na solução de problemas mundiais, ao invés de ficar oprimido pela imensidão deles.
Os Cientistas Cristãos têm, por vezes, se destacado em carreiras nas ciências naturais, e ela teria respeitado e valorizado as boas motivações de qualquer cientista ou teólogo — inclusive dos participantes desta conferência — por serem compatíveis com a abordagem humanitária dela.
A correspondência da Sra. Eddy é mantida nas coleções dA Biblioteca Mary Baker Eddy em Boston, Massachusetts, EUA. Esses documentos, e seus outros escritos, indicam que ela acreditava que forças climáticas destrutivas podiam ser atenuadas por meio da oração. Em novembro de 1900, uma declaração feita por ela apareceu no jornal The Boston Globe. Encerrava-se assim: “…a atmosfera da mente humana, quando depurada do ego e impregnada do Amor divino, refletirá esse estado subjetivo purificado, em céus mais claros, menos relâmpagos e trovões, menos tornados e menos extremos de calor e frio…”21
Abordar soluções com base em valores
Uma das últimas iniciativas importantes da Sra. Eddy foi fundar, em 1908, um jornal internacional — The Christian Science Monitor. Ela estabeleceu esta missão para ele: “…não prejudicar ninguém, mas abençoar toda a humanidade” e “para propagar, sem dividir, a Ciência que opera sem se desgastar”.22 Sua intenção era a de que o Monitor fosse um jornal realmente voltado para o público, e que, por meio de reportagens baseadas em fatos e análises imparciais, promovesse uma maneira de pensar clara, inspiradora e centrada em soluções. Quando começou a ser publicado, em 1908, o primeiro Redator-Chefe do Monitor descreveu seu jornalismo como um “apelo a homens e mulheres bons em toda parte, os quais se interessam pela melhoria de todas as condições humanas e pelo avanço moral e espiritual do gênero humano”.23 A Sra. Eddy considerava o Monitor como uma das maiores dádivas de sua igreja para a solução de problemas em escala mundial. Nas palavras do biógrafo Robert Peel, “Idealmente, nenhum aspecto do cenário humano estava fora do escopo sanador do Monitor”.24 Até o momento, o Monitor já ganhou vários Prêmios Pulitzer. O debate sobre a mudança climática tem recebido cobertura contínua nesse jornal. Além do ativismo político, o Monitor tem destacado histórias de como jovens no mundo todo têm moldado uma nova mentalidade na busca de soluções ao que eles talvez considerem uma crise climática.25
Em uma entrevista por Zoom, o Redator-Chefe, Mark Sappenfield,26 contou como o Monitor observa, na maioria das reportagens sobre o clima, a tendência de ser ou alarmista ou conspiratória e, em resposta a isso, tenta incluir todas as partes envolvidas na conversa, identificando valores comuns e a compreensão mútua como o melhor caminho em prol de mudanças. Ao invés de alimentar motivações fundamentadas no medo, essas reportagens estão buscando envolver uma massa crítica de leitores na identificação de novas formas de pensar e inovar, a partir das quais surgem as respostas.
“Se Deus nos dotou de inteligência”, disse Sappenfield, “então nenhum problema deveria ser maior do que a capacidade divina de solucioná-lo e de nossa habilidade de refletir a inteligência de Deus. Temos procurado ver onde essas qualidades estão sendo expressas ao redor do mundo. Não há lugar onde elas não estejam sendo expressas, e é daí que as respostas virão.” Sappenfield vê o progresso não como uma questão de tecnologia em primeiro lugar, mas sim de focalizar e enaltecer os valores que impulsionam pessoas e nações, entre eles compaixão, cooperação, igualdade, esperança, resiliência, respeito, responsabilidade, segurança, transformação e confiança.
Conclusão
Mary Baker Eddy viveu em uma época em que a descoberta científica e a industrialização estavam gerando mudanças monumentais no mundo todo, reduzindo os limites de tempo e espaço. Às vezes, ela as via como avanços, como evidências de que a humanidade estava evoluindo de um senso material para o senso espiritual. Em outras ocasiões, ela advertiu contra o crescente materialismo. Ela acreditava que as respostas aos problemas da humanidade, inclusive às complexas crises mundiais, emanariam de uma compreensão mais clara a respeito de um Criador bom e onipotente. Tendo em vista essa afirmação, não creio que ela teria relutado em incentivar as pessoas a orar e a tomar as medidas resultantes da oração, em resposta aos temores relacionados ao clima — na expectativa de que isso resultasse em efeitos benéficos imediatos e de longo prazo.
Stephen Graham é Gerente Sênior de Programas e Comunicações nA Biblioteca Mary Baker Eddy.
Esse artigo também pode ser lido neste site em alemão, espanhol, francês e inglês.
- Clara Shannon, “Golden Memories” [Memórias preciosas], 1927, Reminiscências, 32–33.
- Ver, por exemplo, Mary Baker Eddy, Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras (Boston: The Christian Science Board of Directors), 2.
- Shannon, “Golden Memories”, 33.
- Sra. Eddy, Ciência e Saúde, 254.
- Ver Mary Baker Eddy, Retrospecção e Introspecção (Boston: The Christian Science Board of Directors), 24–25.
- Ver Mary Baker Eddy, Ciência e Saúde, 109.
- Ver Marcos 16:15; Sra. Eddy, Ciência e Saúde, 37, 138, 342.
- Stephen Gottschalk, Rolling Away the Stone: Mary Baker Eddy’s Challenge to Materialism [Retirar a Pedra: Mary Baker Eddy e o desafio ao materialismo] (Bloomington, IN: Indiana University Press, 2006), 321–322.
- Ver Números 20:10–11; 1 Reis 17.
- Ver Marcos 4:35–41.
- We Knew Mary Baker Eddy, Expanded Edition, Vol. II [Reminiscências de pessoas que conheceram Mary Baker Eddy, Edição Ampliada, Vol. 2] (Boston: The Christian Science Publishing Society, 2011), 327.
- Mary Baker Eddy, Ciência e Saúde, 327.
- Mary Baker Eddy, Ciência e Saúde, 469–471.
- Ver Gênesis 1:26.
- Mateus 19:26.
- Irving C. Tomlinson, Twelve Years with Mary Baker Eddy, Amplified Edition [Doze anos com Mary Baker Eddy, Edição Ampliada] (Boston: The Christian Science Publishing Society, 1996), 269.
- As abordagens humanistas às mudanças climáticas enfatizam responsabilidade, razão e ação humanas para resolver crises ambientais, muitas vezes tendo como foco a prosperidade e o bem-estar humanos. Por outro lado, as perspectivas pós-humanistas contestam essa visão, argumentando que o foco no humano (antropocentrismo) levou ao surgimento do antropoceno, e defendem um ponto de vista de relações ecológicas não hierárquicas, nas quais os seres humanos fazem parte de uma rede de vida mais ampla e interconectada.
- Sra. Eddy, Ciência e Saúde, 240.
- Gênesis 1:31.
- Sra. Eddy, Ciência e Saúde, 291.
- Mary Baker Eddy, novembro de 1900, A10137. Para ler uma versão ligeiramente editada desse artigo, ver Mary Baker Eddy, A Primeira Igreja de Cristo, Cientista, e Outros Textos (Boston: The Christian Science Board of Directors), 264–265.
- Mary Baker Eddy, Outros Textos, 353.
- Erwin D. Canham, Commitment to Freedom: The Story of The Christian Science Monitor [Compromisso com a liberdade: A história do The Christian Science Monitor] (Boston: Houghton Mifflin Company, 1958), 39.
- Robert Peel, Mary Baker Eddy: Years of Authority [Mary Baker Eddy: Os anos de autoridade] (Boston: The Christian Science Publishing Society, 1977), 312.
- “The Climate Generation: Born into crisis, building solutions” [A Geração do Clima: Nascida em meio à crise, construindo soluções], The Christian Science Monitor, 2023–2024, https://www.csmonitor.com/Environment/Topics/The-Climate-Generation.
- Em fevereiro de 2025, Christa Case Bryant se tornou a Redatora-Chefe do Monitor; Sappenfield atualmente é o Correspondente Global Sênior, com base em Berlim.